terça-feira, 16 de julho de 2013

Naquela noite voltara a rezar. Mesmo que a sua crença em deus tenha ficado adormecida durante anos e que as suas orações antes de dormir tenham progressivamente sido esquecidas. Naquele dia ela voltara a rezar. Ainda sabia a oração de cor. Rezou baixinho. E não pediu muito.

Naquele dia ela voltara a rezar. A sua fé tinha voltado, não porque estava desesperada, mas porque precisava de acreditar piamente que deus não é aleatório, que não manobra as nossas vidas por capricho. Ela precisava de acreditar que havia um plano melhor, um plano novo, um plano maravilhoso que lhe mostrasse que tudo se passou assim porque não havia como ser de outra maneira. 

Naquele dia ela voltara a rezar, e no dia seguinte também, e no outro...

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