É o último ano que Novembro começa com um feriado e este tem-me sabido pela vida. Dormi até o corpo achar que já não precisava. Arrumei a casa toda para poder receber amigos no sábado à noite e preparar uma feijoada daquelas.
E tudo muito tranquilo e pacífico e eis que há sempre algo, qualquer coisa que me tira desta paz de feriado e me faz apetecer descer à rua e comprar um maço de cigarros e fumá-los todos de seguida.
E eis que palavras como Não quero e vai-te foder passam a fazer parte do meu vocabulário como nunca julguei que fosse possível. E até estranho ter sido capaz de dizer isto e pior (melhor), assumir isto. De vez, para sempre! E hoje ainda vai fazer um bocadinho de mossa, mas amanhã já não e depois também não até que me seja completamente indiferente.
E até acho que um vai-te foder é meio caminho andado nisto da assertividade.
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