Acabei de escrever a minha carta da desamor para entregar no curso amanhã. Comecei a escrevê-la ontem e deixei o fim para hoje sem saber como havia de terminá-la. Não queria que fosse uma carta ressabiada e amarga, daquelas que se lê a ouvir Adele.
Então a primeira parte escrevi-a de coração como só quem sente e sabe. Depois tive que lhe dar um desfecho novo e ligeiro à laia de cliché, mas que funcionou na perfeição e ainda me estou a rir da imaginação que consigo ter após 12 horas de trabalho e uma dor de cabeça.
Lindo!
:D
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