Hoje dei com o status de uma amiga no facebook a referir o desapego e a pedir contactos que tinha perdido. Presumo que tenha ido mais um i-phone à vida porque decerto que o perdeu e bem vistas as coisas já é o segundo.
Na peça de teatro que vi no sábado também ela referia o desapego e falava num namorado que praticava o desapego e portanto vivia com o mínimo essencial, numa casa sem WC e mijava janela fora directamente para o rio. Afinal podemos ser felizes com tão pouco. Vamos lá praticar o desapego.
Eu gosto disto, juro que gosto. Não sou nada fútil e não corro atrás das novidades e isso nem me chateia por aí além. Mas calma lá, que quando me roubaram o pc que eu adorava não consegui pensar no desapego e ahh e tal é um bem material e o caraças e isso passa. O que é meu adquiri-o por direito ou prazer, mas é meu. São os meus livros, as minhas roupas, o meu pc, a minha caneta, etc, etc. Portanto quando me sinto sem as minhas coisas não consigo atingir essa coisa do desapego e dos bens materiais. Pelo menos a curto prazo.
Já com as pessoas essa coisa do desapego tem funcionado melhor. Estranho, não?
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