Às vezes as mudanças são essenciais. Não são bem o que queríamos, mas têm que ser. Herdei um bocado do meu pai esta resistência a mudar, este 'deixa lá ver se amanhã será melhor'. Mas por ver isso nele e às vezes não concordar e até me aborrecer um bocado obrigo-me a ser diferente, a sair da zona de conforto e arriscar a fazer o inevitável, o que é suposto.
Nem sempre as melhores decisões são aquelas que nos dão maior conforto. A maior parte da vezes são desconfortáveis e dolorosas, mas analisando friamente sabemos que é o melhor.
Afinal, tenho aprendido a desapegar-me das coisas, dos pertences, dos lugares e até das pessoas. Saber desapegar não é destituir de importância, mas relativizar a importância que as coisas têm face ao que já tiveram e poderão vir a ter. Lá porque foram importantes em determinadas fases de vida não significa que serão sempre. Talvez até existam coisas mais importantes que precisem de ser conhecidas e descobertas. Talvez...
Sem comentários:
Enviar um comentário