Escrevo para ti agora amiga porque sei que me lês, daí onde tu estás, longe. Sei porque o meu pc regista e sei porque me contas que lês e eu acredito em ti como se deve acreditar nas pessoas de quem se gosta.
Folhei a agenda cultural hoje. Abri numa página com alguns filmes do Doc Lisboa. Sei que se aqui tivesses já tinhas ido comprar os bilhetes e já me tinha telefonado a dizer para não marcar nada para os dias X, Y e Z porque tínhamos muitos documentários para ver. Eu ter-te-ia dito que sim, claro que sim.
E hoje lembrei-me que nos habituamos à ausências das pessoas porque as coisas são mesmo assim, mas nestes pormenores não me esqueço da diferença que fazia estares aqui.
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