sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Crónica dos bons amigos

E assim de repente, numa sucessão de meses (poucos mas suficientes) delineamos uma linha, uma subtil linha que separa as pessoas que interessam cada vez mais das pessoas que interessam cada vez menos.
E assim de repente, percebemos que as coisas são assim mesmo e até fazemos um esforço para tentar perceber porque é que afinal as pessoas  não são como nós esperámos que elas fossem.
E assim de repente percebemos que as pessoas sempre foram assim, mas nunca por momento algum, a vida as tinha colocado numa situação que elas não conheciam para se poderem comportar como se comportaram.
E assim de repente percebemos que nada na vida é eterno nem sequer aquilo que julgáramos que era.
E faz-se uma selecção natural...

1 comentário:

  1. Ainda ontem falava deste mesmo assunto com uma grande amiga. Da tal linha que separa... linha que, se imaginarmos o reclame que deu origem a esta visão, pode parecer tão fina, mas vistas bem as coisas é um autentico muro no que toca a relações de amizades. E sim, concordo quando diz que se faz uma selecção natural, porque existem coisas que simplesmente são como são. E onde não há, não cresce!

    Felizes os que têm alguém para lá da linha :)

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